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Justiça mantém medidas cautelares de advogado acusado de tentativa de homicídio
O advogado Keldheky Maia da Silva, réu por duas tentativas de homicídio, teve um habeas corpus negado pela Justiça do Acre.
O recurso pedia a revogação das medidas cautelares, impostas pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar.
A advogada do acusado, entendeu que a manutenção das medidas perdeu a sua finalidade cautelar e passou a representar limitação excessiva e desnecessária.
“Destaca que exerce a advocacia, atividade que exige livre circulação, atendimento a clientes em situações urgentes, comparecimento a Delegacias, audiências e Unidades prisionais, sendo que ouso do equipamento de monitoramento e o recolhimento noturno têm causado constrangimentos e prejuízos ao exercício profissional, inclusive com episódio de exposição indevida durante atendimento em Delegacia. Afirma-se que necessita realizar exame e cirurgia no joelho, o que está sendo inviabilizado pelo monitoramento eletrônico”, disse um trecho do habeas corpus.
O relator do processo, desembargador Samoel Evangelista disse que não há mudança no quadro fático que motivou a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares, devendo ser negado o recurso.
O voto do relator foi acompanhado pelos demais magistrados.
O advogado keldheky Maia teve a prisão preventiva decretada em sete de agosto do ano passado.
Ele teria se envolvido em uma briga na saída de um clube. Durante a confusão o advogado pegou uma arma e fez disparos.
Entre eles, contra o agroboy Diego Passo.
Durante a confusão a servidora do Tribunal de Justiça Juliana Chaar foi atropelada por uma caminhonete e morreu. O veículo era conduzido por Diego Passo.
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