Prefeito Alysson Bestene destaca fortalecimento comunitário no encerramento das 55 horas de oração em Rio Branco

O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, acompanhou de perto o encerramento da mobilização das 55 horas de oração, que reuniu dezenas de igrejas evangélicas, famílias e lideranças religiosas na capital acreana. Ao avaliar o impacto da iniciativa, o gestor enfatizou que eventos dessa natureza são fundamentais para estreitar os laços entre a administração municipal, as instituições religiosas e a população local, trazendo uma mensagem de fé e esperança para a cidade.

Durante o evento, que contou com momentos de vigília, intercessão e o show do cantor gospel Israel Salazar, Alysson Bestene compartilhou sua experiência pessoal ao longo da semana de mobilização e ressaltou o poder da união comunitária.

“É um evento onde a gente congrega, primeiramente, com Jesus Cristo, com a nossa fé. A gente vê a população de Rio Branco 55 horas orando pela nossa cidade, pelas nossas famílias. Eu muitas vezes ouvia o louvor do meu gabinete, então tudo isso nos fortalece”, afirmou o prefeito.

Além de prestigiar a programação — que incluiu o ato simbólico da entrega da chave da cidade para Cristo —, Alysson Bestene garantiu que o incentivo a atividades que promovem a espiritualidade, a integração e a participação popular será uma marca contínua de sua administração.

O prefeito projetou a continuidade do apoio logístico e institucional do município para as próximas edições da mobilização, vinculando o sentimento de religiosidade ao bem-estar social dos cidadãos.

“Momentos como esse a gente quer ter todos os anos. Na nossa gestão, a Prefeitura de Rio Branco vai estar sempre apoiando, sempre incentivando. É assim que a gente vai buscar trabalhar, acima de tudo com muita fé, para melhorar cada vez mais a vida das pessoas que vivem e moram na nossa querida Rio Branco”, completou o gestor.

Sobre a mobilização

Iniciada na segunda-feira (25) e concluída na sexta-feira (29), a programação das 55 horas de oração promoveu um revezamento de diferentes denominações evangélicas em momentos de clamor público pelas famílias e pela capital, consolidando-se como um espaço de manifestação coletiva de fé com o respaldo e acompanhamento do poder executivo municipal.