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QUEM NÃO SABE PERDER QUER TIRAR O PÃO DE QUEM PENSA DIFERENTE: A INTOLERÂNCIA COMO DOENÇA MORAL

Na crônica desta semana, “O pão, a mesa e a consciência”, o delegado e cronista Emylson Farias expõe, com sensibilidade e contundência, uma das faces mais perversas da intolerância política: a tentativa de perseguir, boicotar e até demitir trabalhadores simplesmente porque pensam ou votam de maneira diferente.

O texto escancara aquilo que milhões de brasileiros já perceberam: o adoecimento moral progressivo de uma parcela da sociedade que não aprendeu a perder, não aceita a democracia e sequer encontra grandeza para pedir desculpas pela própria ignorância. Prefere transformar a derrota eleitoral em vingança pessoal, fazendo do ódio uma bandeira e da arrogância um atestado de pobreza de espírito.

Com a precisão de quem conhece a natureza humana, Emylson resgata o fantasma do coronelismo e denuncia os novos senhores do cabresto, aqueles que imaginam poder controlar não apenas o salário, mas também a consciência de seus empregados.

É a covardia de quem, incapaz de vencer pelo argumento ou pelo voto, tenta castigar pelo emprego e pelo pão.

A crônica é, sobretudo, um chamado à civilidade e uma advertência contra a barbárie disfarçada de convicção política. Porque uma sociedade que permite perseguir pessoas por suas ideias começa a perder algo muito maior que uma eleição: perde a própria humanidade.

Uma leitura necessária, especialmente para aqueles que ainda confundem liberdade de expressão com licença para odiar e poder econômico com direito de humilhar.

Leia a seguir a crônica de Emylson Farias. Uma lição de humanidade para tempos em que até respeitar o próximo parece ter se tornado um ato de resistência.

 

Emylson Farias escreve: O pão, a mesa e a consciência

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REDAÇÃO

Autor da publicação.

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