Quando a apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) confirmou no último dia 4 que a eleição para a Presidência da República chegaria ao segundo turno com a disputa entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o então candidato Renan Santos (Missão) afirmou que não iria apoiar nenhum dos dois nomes e que seus eleitores deviam fazer “o que quiserem”.
Apesar da fala de Renan, ele tem criticado de forma mais dura a campanha de Flávio e seus aliados. Nesta terça-feira (20), o líder do Missão rebateu as críticas de Pablo Marçal, aliado do candidato do PL (Partido Liberal) que o comparou ao líder nazista Adolf Hitler e chamou seus eleitores de “moleques esquisitos”.
Em resposta nas suas redes sociais, Renan comentou o acontecido e afirmou que o eleitor que escolhe votar em Flávio Bolsonaro no segundo turno “está perdendo o seu tempo”.
Mesmo se posicionando de forma oposta à eleição de Flávio, Renan reforça que também não apoia o adversário petista, e afirmou que está entre “anular” o voto ou “nem votar” neste domingo.
Apesar das críticas, o líder do Missão reafirmou que não vai dizer aos seus eleitores o que eles devem fazer neste segundo turno.
Essa foi a primeira eleição de Renan Santos, que ficou em quarto lugar no primeiro turno da corrida presidencial e conseguiu 2.675.887 milhões de votos, 2,24% dos votos válidos.
*Sob supervisão de João Ker
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN por rebeccamacedo.

